Ama Teu Amigo Como a Ti MesmoTodavia, a Torá ensina-nos "Que mais lhe pede a si o Criador outro que de o temer?" Daqui vemos que a regra exigida sobre uma pessoa é de temer o Criador. Por outras palavras, parece que se uma pessoa só temer o Criador, toda a Torá e o preenchimento de todos os mandamentos se seguirão automaticamente, incluindo até o mandamento, "Ama teu amigo como a ti mesmo."De acordo com as palavras de Rabbi Akiva acima, "Temor pelo Criador" está incluído em "Ama teu amigo." Os sábios não concordam. Eles aprendem (Brochot 6a) que temor na grande regra do verso, "a soma da questão quando tudo é considerado: teme o Criador e observa seus mandamentos, pois esse é o todo do homem. O Talmud pergunta, "O que significa 'pois esse é o todo do homem'? Rabbi Elazar diz, 'o Criador diz, 'O mundo inteiro foi criado apenas para ele."' Todavia de acordo com Rabbi Akiva, ainda assim, tudo está incluído em "Ama teu amigo"?Os sábios disseram (Macot 24) que a grande regra é fé, dizendo “Havakuk estabeleceu (a fundação dos mandamentos) sob um (principio) como está escrito: ‘Um santo vive por sua fé.’” Daqui aprendemos que a grande regra é fé. Neste ponto, o Mharsha comenta, “Fé é a única regra que é relevante ao que quer alcançar o Criador, em qualquer altura.” Agora parece que ambos temor e amor são subcategorias de fé!De forma a discernir tudo isto, precisamos de compreender três coisas em profundidade:O que é Fé?O que é Temor?O que é Amor?Devemos constantemente nos recordar que o propósito da criação é de beneficiar as criaturas. Dado que o Criador quer doar bondade, para que precisamos nós de fé, temor e amor? Deve ser que estes três são pré-requisitos para a recepção da bondade e deleite (que o Criador quer doar).Compreendamos agora como estes três funcionam como pré-requisitos. Fomos dotados com fé, que inclui confiança, pois devemos acreditar no propósito da criação, que é, como mencionado, a vontade do Criador de doar amabilidade. Similarmente, devemos confiar que nós podemos na verdade alcançar este objectivo. Devemos acreditar que a consumação da criação na recepção da infinita Divindade não é apenas o prorrogativo de uma selecta elite de indivíduos, mas para todos sem excepção. A derradeira revelação da Divindade não é apenas para pessoas especialmente talentosas, excepcionalmente poderosas, ou corajosas, mas também para todos.(Referência à introdução a Talmud Eser Sefirot, Parag. 21 citando o Midrash Rabá, Cap. “Zot Habracha”: “O Criador diz a Yisrael, “Por tua vida! Toda a sabedoria e Torá são fáceis! Toda a sabedoria e Torá estão já no coração do que me teme e executa a minha Torá.”Então devemos ter fé e confiança que o objectivo é certamente alcançável. Não desesperemos nos nossos esforços e abandonemos a batalha. Devemos acreditar que o Criador irá ajudar também as pessoas humildes como nós, que o Criador nos irá abraçar, e que somos capazes de nos apegar a Ele.De forma a merecer esta fé, devemos antecipá-la com temor (respeito pelo Criador). Referência à “Introdução ao Zohar” pág. 191 no Sulam, começando com a palavra “Explicação…”: “Temor é o mandamento que inclui todos os mandamentos da Torá, e é o portal para a fé no Criador. Inspiração da fé na Supervisão do Criador é directamente proporcional à experiência de respeito (temor) por sua Supervisão.” A secção lá conclui: “O temor é o medo da pessoa que ela se encontre em carência deste reconhecimento de e gratidão para com (dar nachas a) o Criador.” Vemos-o enfatizado que temor não é por seu próprio bem, mas um temor de que ele não reconheceu adequadamente o Criador. Temor é um portal para algo mais: nomeadamente, fé.De forma a que venhamos a este temor de que não demos reconhecimento ao Criador, devemos primeiro sentir uma vontade e anseio de doar em geral. Uma quando queremos ser pessoas "dadoras" aos olhos do Criador podemos preocupar-nos que não fomos pessoas "dadoras." Infelizmente, as pessoas estão mais propensas a se preocuparem que não preencheram as ambições do seu amor-do-eu do que se mostraram misericórdia para com o Criador.Como podemos mudar nossas naturezas tão completamente, para subjugar o nosso amor-próprio natural e começarmos a doar? Embora uma pessoa, das suas leituras, possa experimentar uma pontada de consciência sobre sua obsessão de amor de si mesma, será um poder demasiado pequeno e inconsistente, para iluminar a sua alma como o grande principio dos mandamentos da Torá.Independentemente, há conselho. Que várias pessoas, cada com poder minuto, se reúnam com a intenção de ultrapassar seu amor-próprio. Embora individualmente elas achem difícil chegar à doação, elas irão baixar seu orgulho perante cada uma, elas funcionarão como um corpo, composto de, digamos dez pessoas. Este corpo terá dez vezes o poder de cada um de seus componentes individuais. Contudo, isto funciona apenas se cada individuo se juntar expressamente pelo propósito de subjugar seu mesmo amor-próprio, e não pelo propósito de preencher sua vontade de receber à custa dos outros. Ela deve considerar apenas seu amor pelos outros. Esta é a única maneira de desenvolver o novo traço de personalidade de doação. De amor aos seus amigos ela irá interpolar ao amor, gratidão e reconhecimento do Criador.Em sumário: apenas quando vemos a necessidade de amor dos amigos nos tornamos conscientes da possibilidade que talvez não estejamos a demonstrar respeito suficiente pelo Criador. Isto é, começamos a temer que estamos a querer na gratidão ao Criador.A fundação principal sobre a qual construímos a estrutura da Santidade é "Ama teu amigo" da qual aprendemos a reconhecer o Criador. Então podemos falar de Temor, temor de que não o reconhecemos adequadamente. Apenas então podemos nós chegar à Fé, o Recipiente da Presença Criadora.Desta forma existem três grandes princípios:"Ama teu amigo" de Rabbi Akiva - a única maneira de escapar ao atrofio espiritual e apatia do amor-próprio e de sentir que amor-próprio é o mal.O segundo grande principio, Temor, sem o qual n' há possibilidade de FéFé - Com Fé podemos começar a sentir que o propósito da criação é de beneficiar as criaturas.
sexta-feira, 12 de março de 2010
A Sabedoria da Kabbalah ("recepção" em hebraico) nos ensina a receber e compreender como percebemos a realidade ao nosso redor. Para entendermos quem somos, primeiro precisamos entender como percebemos o mundo que nos rodeia.
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