Os artigos no livro Shamati (Eu Escutei) não foram escritos por Baal HaSulam como obras nas quais o escritor examina cada palavra, mas invés, estes artigos foram entregues como conversas durante refeições com seus estudantes, as quais RABASH (o filho e primeiro estudante de Baal HaSulam) escutou e mais tarde registou em papel.
Baal HaSulam não permitia os estudantes a escreverem alguma coisa na sua presença, incluindo durante a lição. Até hoje, esta abordagem existiu ao longo de toda a história da Cabala. Através de todas as gerações, nenhum dos Cabalistas registou uma única palavra durante os estudos, dado que era proibido escrever.
Afinal de contas, um estudante recebia a Torá “oral”, “da boca” do professor. Um percepcionada de acordo com o que ele tinha escutado e compreendido. Isto é porque quando uma pessoa escreve, ela não compreende. Ao passo que quando uma pessoa escuta, o material é absorvido, ele entra nos seus desejos e qualidades, logo elevando-o.
Além do mais quando um entra na espiritualidade, cada palavra que o professor falou incluindo os detalhes mais minúsculos, serão recordados. Um recorda-se da forma na qual foi falado, juntamente com tudo no seu mais profundo sentido.
Nada desaparece na espiritualidade. O nosso “filme” inteiro já existe e está a estrear perante nós. Nós precisamos apenas de aprender a mover-nos dele e viver num espaço informativo absolutamente novo.
Da 3ª parte da Lição Diária de Cabala 4/1/10, Shamati 59
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Shamati #25: “Things that Come from the Heart”
Video: The Book of Shamati (3:14)
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