"Envia em diante. Rabi Yehosha diz, 'A que se parecem? A um rei que comprou para seu filho uma esbelta mulher de boa educação e rica, etc. Ele a viu, etc., Eu dou-a somente ao teu filho,'" etc. (Midrash Rába, 16:7).
Quando a pessoa começa o trabalho, o Criador promete-lhe que Ele lhe dará uma bela mulher, etc., ou seja uma alma, chamada uma "mulher." Mas a pessoa diz, "Eu quero vê-la." Ou seja, dado que o Kli [vaso] da alma é chamado "fé acima da razão" e a pessoa quer que ele seja dentro da razão, isso significa que ela não quer acreditar que ela é digna de ser escolhida.
Por outras palavras, a pessoa não consegue acreditar que o propósito da criação, de fazer o bem às Suas criações, se encontra na Torá e Mitsvot [mandamentos] e em prol de recebê-lo nós devemos pagar, ou seja dar algo para ela, onde através da recepção do dinheiro do matrimónio, ela concorda ser sua esposa e servi-lo. Mas se ele não lhe der alguma coisa com a qual ela concorde ficar com ele, ela não é dedicada [casada] com ele.
Na literal, devemos questionar como é possível que porque ele dá um tostão a uma mulher, ela concorde ser sua esposa e sem um tostão ela não concorde. Será vantajoso escolhê-lo como marido por um tostão? Como é que um tostão ajuda nesta questão, que faz dele o factor decisivo?
Para comprar uma esposa, a pessoa tem de pagar com a sua vida, como disseram nossos sábios, "A Torá existe somente se a pessoa se condena a si mesma à morte por ela."